Divagando Devagar

Divagações ocasionais de uma mente reflexiva.

Aula de Biologia Reprodutiva 7 abril, 2011

Filed under: Grávida,Reflexão da Semana — INEFFABILE @ 5:30 pm

Depois de serem produzidos, os espermatozóides viajam durante 4 a 6 semanas pelo epidídimo até chegarem ao canal deferente, onde eles se juntam ao sêmen se o homem for estimulado sexualmente. Após a ejaculação, os espermatozóides alcançam o colo do útero da mulher e viajam por algum tempo, às vezes dias, pelas trompas de falópio. Se a mulher estiver ovulando durante a ocasião, milhares de espermatozóides vão lutar entre si pela chance de fertilizarem um óvulo. Normalmente, a fertilização ocorre nas trompas e o óvulo fecundado, agora chamado zigoto, segue em direção ao útero com a ajuda do movimento das caldas dos espermatozóides.

Um vez no útero, esta pequena célula se implantará e se desenvolverá em um blastocisto, uma massa multicelular sem identidade, que gradualmente, no decorrer de alguns dias, dará origem a um pequeno embrião. Uma conversa entre as células do embrião baseada em mais de uma centena de moléculas diferentes, determina quais células darão origem a cada tecido e órgão do pequeno ser em desenvolvimento.

Durante meses, os diálogos celulares seguem incessantemente dentro do bebê e entre mãe e bebê, mudando conforme o tempo da gestação.

Alguns meses depois, uma nova conversa entre mãe e filho determina que é hora de parir. O bebê entra em posição de parto de forma que sua cabeça deixará o corpo da mãe primeiro, para que ele não venha a se sufocar durante o seu nascimento. O colo do útero e a vagina dilatam de forma que o corpo da criança passe da cabeça aos pés.

O corpo da mulher é desenhado para este fim, dentre muitos outros.

Ao nascer, um bebê tem aproximadamente 2 trilhões de células! Cada célula tem 23 pares de cromossomos: 23 da mãe e 23 do pai. Ao chegar a idade adulta, o numero de celulas chegará a mais de 50 trilhões!

Em pensar que tudo se inicia com a menor das células humanas (espermatozóide) e a maior delas (óvulo), que ao se fusionarem dão origem a uma única célula, que sabe exatamente o que fazer, onde e quando, embora nem o mais brilhante dos cientistas saiba ao certo como ela faz!

A beleza da vida e o seu estudo são abundantemente maravilhosos e fascinantes!

 

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