Divagando Devagar

Divagações ocasionais de uma mente reflexiva.

Nascimento do Tavin 1 março, 2014

Filed under: Grávida — INEFFABILE @ 2:47 pm

Esta narrativa é sobre o nascimento do meu segundo filho, Tavin, nascido no dia 22 de Dezembro de 2013. Palavras em negrito correspondem à links.

 

Para começar, tenho que dizer que minha segunda gravidez foi bastante diferente da minha primeira. Como já havia passado pela experiência de engravidar, gerar e dar à luz há dois anos atrás, as memórias sobre minha primeira gestação estavam ainda muito vivas. Além disso, meu conhecimento e entendimento a respeito da gestação e do parto, baseados na literatura e experiência pessoal, são ainda mais amplos hoje em dia.

Na minha primeira gravidez tudo foi muito mágico, desde o momento do teste e descoberta de que estava grávida, às três semanas de gestação, até o planejamento detalhado do meu parto. Li livros super especiais, tais como “Método Para Um Parto Suave”, da Dra. Gowri Motha e “Origens Mágicas, Vidas Encantadas”, do queridíssimo Deepak Chopra. Estes dois livros serviram para me guiar durante uma gestação tranquila e saudável. Fiz ioga e meditação quase todos os dias, mudei minha alimentação seguindo as orietações da Dra. Gowri Motha, fiz visualizações do parto, massagens, hipno-parto (hipnose voltada para a gravidez), enfim, estudei muito e me empenhei muito para me preparar para ter um parto o mais natural possível, dentro d’água, em uma piscina de parto. Nas últimas semanas da gravidez, porém, descobri que meu filho, Ícaro, estava sentado e, apesar de apelar para terapias naturais que visavam sua mudança de posição para ter um parto normal (moxabustão, acupuntura e reflexologia), Ícaro parecia ter outro plano e veio ao mundo através de parto cesariana. Apesar disso, foi um parto lindo e muito suave, com meu marido ao meu lado narrando cada acontecimento (que eu era impedida de ver por causa de uma cortina), ao som de uma trilha sonora que eu havia preparado especialmente para aquela ocasião e uma equipe médica sensacional. Mas, o parto cesariana era meu plano-B, só caso Ícaro não mudasse de posição e, apesar de minha recuperação pós-parto ser excelente e de todos os aspectos positivos de minha experiência, eu fiquei me sentindo um pouco frustrada por não ter podido parir naturalmente. Lembro-me que na época, uma grande amiga minha disse: “a gente tem o parto que pode”. E assim segui conformada com o parto que pude ter e que trouxe meu filho amado ao mundo com segurança.

Eu e meu marido planejamos bem a segunda gravidez, para que Ícaro e seu irmãozinho tivessem uma diferença de idade de mais ou menos dois anos. O planejamento deu certo e no dia 5 de Maio de 2013 fiz um teste de gravidez (um só não, cinco, só para ter certeza), que deu positivo. Foi uma alegria, apesar de naquele dia estar me sentindo muito cansada. Descobri, então, a razão de tamanho cansaço. Naquele dia também iniciei uma nova jornada, grávida, já com um filho de 1 ano e 7 meses.

Enquanto na minha primeira gravidez eu trabalhava em tempo integral, durante a minha segunda, eu trabalhava três dias por semana; nos outros dois, eu cuidava do Ícaro. Dar aulas, cuidar de filho e da casa… Uma loucura! Tudo muito cansativo. Enjoei bastante, muito mais que na primeira gravidez.

Escolhi apenas alguns capítulos dos meus queridos livros para ler, mas só lia quando tinha tempo e meu tempo era pouco. O primeiro trimestre da gravidez foi marcado por um cansaço que chegava à quase exaustão. Parte do segundo trimestre coincidiu com o verão e férias no Brasil. No Brasil, às 20 semanas de gestação, descobrimos que nosso bebê era um menino e vimos que tudo estava indo muito bem com ele. Foi incrível ver o perfil de seu rostinho, seu coração batendo super rápido, seus braços e perninhas perfeitas. Uma alegria!

Ao retornar à Inglaterra, retornei também direto ao trabalho. E num ritmo pesado – na sala de aula e fora dela – segui até dois dias antes de dar à luz. Ícaro crescendo e suas demandas por atenção e brincadeiras aumentando. No trabalho, eu me esmerei para deixar tudo pronto para a pessoa que iria me substituir durante minha licença maternidade. Não fiz ioga, meditei pouco, não mudei minha dieta e comi quando pude. Este meu relaxamento com relação à gestação às vezes me preocupava um pouco, e me perguntava por que esta gravidez estava sendo tão diferente da primeira. Creio que a principal diferença fosse o fato de ter o foco da minha atenção todo voltado para o meu filho Ícaro. Na maior parte do tempo, nem me lembrava que estava grávida, embora minha barriga crescesse a cada dia.

Na 16ª semana de gestação fui à minha primeira consulta com a parteira e, para minha surpresa, ela era a mesma que havia me acompanhado durante a primeira gravidez. Aquele fato criou um senso de segurança e de continuidade para mim. Aqui na Inglaterra, há dois tipos de parteiras: parteira da comunidade, que acompanha a gestante através de consultas para testes de saúde básicos (urina, pressão sanguínea, batimento cadíaco do bebê e tamanho da barriga da gestante) e parteira que acompanha o parto (ambas são profissionais graduadas no curso universitário de ‘partería’, em inglês é ‘midwifery’). As outras consultas ocorreram nas 28ª, 31ª, 34ª e 36ª semanas.

Também fui acompanhada por um médico obstetra por conta de ter tido uma cesariana antes. As consultas médicas visam estabelecer se a gestante que foi submetida a uma cesariana anteriormente, tem condições de parir naturalmente, pois há um risco pequeno de ruptura do útero durante o parto normal no local da cicatriz da cesariana (0.5 – 2% de chance). Após a consulta médica, recebi o ‘sinal verde’ para seguir adiante com o plano de ter parto normal, embora o meu tão sonhado parto  na água estivesse fora de cogitação, isto porque as minhas contrações durante o parto teriam que ser monitoradas por um aparelho, para manter distante a possibilidade de ruptura. Este aparelho não funciona dentro d’água.

Então, o plano-A para o parto do meu segundo filho era parto normal na suíte de parto da maternidade, sem anestesia, sem episiotomia, sem intervenções tais como o uso de fórceps, com música e meu marido ao meu lado me ajudando a parir.  Tudo só dependeria do Tavin estar na posição certa, ou seja, cabeça para baixo, bem encaixadinho. Assim pensei.

Por volta da 34ª semana de gestação, comecei a fazer minhas sessões de ‘hipno-parto’, com afirmações positivas e exercícios de visualização do parto. Recomendo demais estas atividades à todas as grávidas! Fazia estas sessões com fones de ouvido antes de dormir, mas não todas as noites. Também fazia visualizações do colo do meu útero ficando mais fino, para facilitar a passagem do bebê. Por volta daquela mesma época, uma amiga querida havia dado à luz seu segundo filho através de uma cesariana não planejada. Assim como eu, ela havia dado à luz antes através de cesariana, devido a complicações no parto. O que ela mais queria para esta gravidez era parir naturalmente, o que foi impossível devido ao colo do útero inchar e praticamente fechar na hora de puxar o bebê para fora. Isso seria um pesadelo para mim!

Também na 34ª semana de gestação, a parteira confirmou que o bebê estava de cabeça para baixo, mas ainda não estava encaixado. Fiquei muito alegre, pois o encaixe era mesmo para ser mais tarde, quando o bebê estivesse pronto para nascer.

Na 36ª semana, iniciei massagens no períneo utilizando um óleo ayurvédico recomendado pela Dra. Gowri Motha, no livro “Método Para Um Parto Suave”. Esta massagem objetiva aumentar a elasticidade do períneo e da vagina, para diminuir a possibilidade de laceração durante a última fase do parto.

Na noite do solstício de inverno, 21 de dezembro, às 37 semanas e 6 dias de gestação, por volta de 20:30h e durante meu jantar, senti minha primeira contração do trabalho de parto. Tinha certeza de não ser uma contração de ensaio porque, ao contrário desta, a contração que senti era muito dolorosa. Outra contração veio cerca de 3 minutos depois da primeira e outras contrações vieram em intervalos regulares e com duração de mais ou menos 40 segundos. Não restavam dúvidas para mim: eu estava em trabalho de parto. Liguei para a maternidade e conversei com a parteira, entre contrações, pois durante cada contração me concentrava na minha respiração. A parteira pediu que me dirigisse à maternidade para ser examinada e, caso o colo do útero já estivesse dilatado o suficiente, seria, então, admitida para o parto. Enquanto tudo aquilo acontecia comigo, meu marido havia pego no sono ao ir fazer nosso filho dormir. Chamava por seu nome sem querer acordar o Ícaro e, já chorando de dor e sem poder me levantar do chão, comecei a sentir um certo desespero. Ray finalmente me ouviu e veio ver o que estava acontecendo comigo e levou um baita susto ao me ver chorando, ajoelhada no chão. Lhe expliquei a situação e ele imediatamente ligou para sua mãe vir ficar com o Ícaro. O problema é que minha sogra mora a cerca de 2 horas de distância de nossa casa, mas, com isso em mente, tínhamos um plano para contornar a situação, que era a professora da creche do Ícaro vir tomar conta dele. Bem, o problema foi que a professora não atendeu o telefone naquele sábado à noite, nosso plano-B estava de férias na Alemanha, o plano-C havia bebido umas cervejas e não tínhamos um plano-D. Ray então veio com a péssima idéia de levarmos o Ícaro para a maternidade conosco. Foi quando lembrei que minha chefe mora perto de nossa casa e talvez, se ela estivesse em casa, poderia vir cuidar do Ícaro, que a esta altura dormia profundamente. Minha chefe, muito querida, chegou em 10 minutos e ficou em nossa casa guardando o sono de nosso pequeno até a chegada de sua avó.

Antes de sair de casa, fui me despedir do meu filhote. Era a última vez que seríamos três – eu, ele e o papai – e eu sabia que ao retornar para casa, nosso mundo nunca mais seria o mesmo. Ele nem desconfiava do tamanho da mudança que estava prestes a acontecer e com mais lágrimas nos olhos, saímos de casa, já com saudade daquela fase.

No caminho do hospital, continuei com contrações regulares e intensas. Após 15 minutos de viagem, chegamos à maternidade e lá fui encaminhada direto à suíte de parto para ser examinada. Uma parteira veio e explicou que, caso estivesse com menos de 4 centímetros de dilatação do colo uterino, eu teria que retornar para casa para relaxar e esperar dilatar mais. Aquela idéia me aterrorizou, apesar de ter conhecimento prévio daquela ‘regra’. Exame feito e o colo do meu útero com apenas 2 centímetros de dilatação, para aumento do meu desespero. Relaxar, em qualquer lugar do planeta, naquele momento, não seria possível. Me sentindo derrotada e ainda com contrações regulares, retornamos para casa, onde estavam à nossa espera minha chefe e, para nossa surpresa, minha sogra, que fez uma viagem de 2 horas em menos de 1 hora e meia!

Eu e Ray seguimos para nosso quarto, onde eu tentava tomar as rédeas da situação, buscando, em vão, uma posição mais confortável e pondo em prática os exercícios de respiração que havia aprendido durante a minha primeira gestação nas aulas de ioga para gestantes. As contrações aumentaram em intensidade e duração e, por volta de meia noite, disse ao Ray que teríamos que voltar à maternidade, pois não era possível que já não estivesse pronta para parir! Aquilo foi dito com muita ênfase! Ray pegou as bolsas e eu fui caminhando, digo, me arrastando feito um caramujo até o carro. Durante a nova jornada até o hospital, eu urrava com cada contração. Já na suíte de parto, uma nova parteira veio me ver. Gostei dela imediatamente e fiquei muito feliz por tê-la tomando conta de mim. Ela explicou novamente o que iria acontecer, mas eu estava convencida de que estava  com mais de 4 centímetros de dilatação. Os batimentos cardíacos do Tavin seguiam regulares e fortes, minhas contrações comprovadamente mais intensas e longas e o colo do meu útero havia dilatado 5 centímetros! Urrú!!! Que alívio!!! Havia chegado para ficar até meu filho nascer! Foi quando relaxei um pouco e continuei a busca por uma posição mais confortável. Fiquei então de joelhos, abraçada ao encosto da cama de parto reclinável. A cada contração eu urrava de dor… Ray, que vinha adoentado com uma baita gripe nos últimos dias, buscou forças para me dar força. Ele dizia pacificamente “a cada contração nosso bebê fica mais próximo de nascer, a cada contração estamos mais próximos de conhecer nosso bebê”. A seleção musical que havia feito para o parto tocava ao fundo e quando ouvi “Oceans“, do Pearl Jam, imaginei cada contração como uma onda forte, que se recolhia a cada intervalo. Tentei manter esta visualização para me acalmar, mas aquela dor era maior do que eu, muito maior do que havia imaginado ou esperado. Mesmo com o apoio do Ray e da parteira, estava perdendo o controle e via a hora de desmaiar de dor. A parteira então me ofereceu ENTONOX, um gas que é uma mistura de óxido nitroso e oxigênio, como método analgésico suave. Ela disse para usar a máscara durante cada contração e respirar sem a máscara durante cada intervalo. Detestei o ENTONOX, pois me causou náusea. Foi quando lembrei que no livro da Dra. Gowri Motha, ela recomenda uma dose mínima de anestesia epidural, caso as dores do parto sejam absolutamente insuportáveis, o que era o meu caso. Pedi então esta anestesia à parteira, que discutiu meu pedido com o médico obstetra de plantão. Ele disse que seria uma boa idéia, pois eu estava visivelmente muito estressada (e bota estressada nisso!). O anestesista era um senhor muito gentil e tinha um olhar carregado de compaixão. Ele calmamente explicou como iria aplicar a anestesia na minha coluna vertebral e que um catéter seria deixado lá para que eu mesma pudesse controlar o fluxo do anestésico através de um dispositivo com botão, que ele me deu para segurar. Liberei minha primeira dose e 20 minutos depois senti o efeito libertador da anestesia epidural. Ainda sentia dor e as contrações continuavam intensas, mas o excesso de dor desapareceu e voltei a me sentir em controle da situação. O único problema era ter que ficar na cama/ cadeira de parto até o efeito da anestesia passar, pois a mesma havia afetado os movimentos das minhas pernas. Na verdade, aquilo não foi um grande problema, pois me sentia exausta por conta das horas de trabalho de parto já passadas.

A anestesia mal começou a fazer efeito, comecei a sentir vontade de empurrar o bebê para fora. Mediante novo exame, a parteira confirmou que o colo do meu útero já estava com 9 centímetros de dilatação. Eu e Ray nos olhamos e demos nossas mãos sabendo que o momento de conhecer o Tavin estava muito perto. A parteira disse ainda que o colo do meu útero estava bem fino, o que me alegrou muito e que ela pôde sentir a cabeça do meu filho dentro de mim, inclusive seu cabelo! O médico obstetra foi chamado para checar se tudo estava ok comigo e o bebê e notou que durante as últimas contrações, os batimento cardíacos do bebê haviam caído. Ele disse que não era muito preocupante, mas que o nosso bebê tinha que nascer logo, senão ele me levaria para a sala de cirurgia para fazer uma cesariana. Quando ele disse aquilo eu quase desabei num chôro. Como poderia aquilo ser possível após tanto sofrimento?! Respirei fundo e lhe disse que não teria meu filho através de outra cesariana e que eu iria empurrá-lo com toda a força possível! Ele então explicou que talvez fosse necessário usar uma ventosa para ajudar o bebê a nascer mais rápido e fazer uma pequena episiotomia. Naquele momento eu não consegui mais segurar meu chôro e desabei. Pedi para ficar sozinha com meu marido por alguns momentos e assim eu e Ray ficamos ali, abraçados, enquanto eu soluçava. Ele então disse que o mais importante era nosso bebê nascer bem e eu ficar bem. E claro, era isso também o que eu queria.

Parteira e médico de volta ao quarto, mas nada de mais contrações. Meu medo de uma cesariana aumentava… O médico disse que poderia ser porque minha bolsa ainda não havia rompido, então  ele estourou a bolsa com uma espécie de ‘espeto’ especializado, mas nada de contração ainda. Ele então disse que poderia ser porque minha bexiga estava cheia. Com ajuda da parteira, esvaziei a bexiga e logo em seguida veio uma grande contração. A parteira e o médico pediam para eu empurrar junto com a contração e eu me espremí ao máximo! Foi quando a parteira disse estar vendo o topo da cabeça do meu filho. Aquilo me empolgou muito, mas aquela contração havia diminuído os batimentos cadíacos do Tavin mais uma vez. O médico então pegou a ventosa e disse que iria usá-la. Ainda bem que havia aplicado a anestesia, senão acho que esta fase seria ainda mais dolorosa. Uma segunda contração veio e, mais uma vez, me espremí ao máximo, mas a ventosa escapou e o bebê recuou. Uma nova contração veio, a ventosa foi aplicada de novo e o médico disse “ele está vindo!”. Ele disse que faria uma episiotomia mínima para diminuir a tensão no local e facilitar a passagem do bebê. Eu já havia me conformado com a idéia e não me importei muito. Quando a cabecinha do Tavin saiu, o médico pediu que eu parasse de empurrar, pois o cordão umbilical estava enrolado ao redor de seu pescoço e de um de seus braços, a razão para a oscilação de seus batimentos cardíacos. O médico teve que desenrolar o cordão primeiro. Tudo isso foi muito rápido e dolorido, mas, ao final da terceira contração, meu filho nasceu e veio direto para os meus braços. Ele chorou imediatamente! O Ray cortou o cordão umbilical e segurou nosso filho pela primeira vez. No exato momento em que Tavin nasceu, a música que tocava era “Here Comes The Sun“, dos Beatles, mas cantada e tocada pela Nina Simone. Foi muito lindo!

Enquanto o Ray seguiu com a pediatra para o outro canto do quarto para pesar e fazer uns testes no Tavin, eu relaxei na cadeira de parto, ouvindo música e esperando a placenta sair. Após os testes, Ray fez contato pele-a-pele com nosso filho. Após a saída da placenta, o médico fez a sutura da episiotomia, mas eu praticamente não senti dor alguma, pois havia me dado uma nova dose de anestesia especialmente para aquela parte final e mais chata.

Tavin nasceu às 4:34 da manhã, com 2.79kg e 48cm de comprimento. No primeiro minuto de vida marcou 8 na escala apgar e 5 minutos depois, marcou 10.

Sutura feita, foi hora de amamentar o Tavin pela primeira vez. Ele abocanhou meu mamilo com muita sede e alí ficou por cerca de meia hora. Um tempo depois, fui transferida para um quarto de recuperação, com o Tavin sempre comigo em um bercinho ao lado da cama ou no meu colo. Após minha maratona de cerca de 8 horas, tomei o melhor café com leite e torradas com geléia do mundo!

Por volta de 8 da manhã, Ray foi para casa para ver nosso Ícaro e no final da tarde, o trouxe para conhecer seu irmãozinho pela primeira vez. No dia seguinte, eu e Tavin fomos para casa e nossa jornada como uma família de quatro integrantes iniciou.

Fiquei muito feliz por ter podido ter um parto normal, apesar das intervenções. Se fosse ter outro filho, com certeza optaria por parto natural de novo.

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5 Responses to “Nascimento do Tavin”

  1. LIndo Aline! É bem isso o melhor parto é aquele que se tem…tudo é valido! E é sempre uma experiência marcante e cheia de amor! Obrigada por compartilhar! Beijo enorme!

  2. Foi muito triste ler toda a trajetória do parto do Tavin, isso porque não estava ai com vc para poder dar o apoio de mãe que nessas horas é tão importante o que me fez voltar no tempo e lembrar que foi assim que vc nasceu. Vi em vc uma guerreira determinada que me fez chorar de ver a sua força, sei que vc tem ao seu lado não só um marido e pai dos seus filhos, mas tb um companheiro ao qual vc pode contar sempre e em qualquer situação, e isso me deixa muito tranquila o que agradeço a DEUS todos os dias. Por isso peço a DEUS que vcs continue esta família linda e feliz que eu amo muito. Bjsss. Mami

  3. MARCOS LIMA Says:

    PARABÉNS…

  4. sdamelo Says:

    Oi, Sou a Silvia e Adorei seu blog. me ajudou muito. estou na recta final de minha gravidez e gostava de saber como conseguir comprar o livro de gowri motha-suave primeiro ano, arranjei o outro. vivo em Portugal, aqui nao existe mais.. Adorava te-lo, Muito Obrigada, silvia-

    • INEFFABILE Says:

      Olá, Silvia! Que bom que gostou do blog. Tenho estado sem tempo para escrever, embora sinta muita saudade de me dedicar ao blog.
      Não conheço o livro Suave Primeiro Ano ainda. Mas poderia procurá-lo aqui na Inglaterra em inglês, caso estejas interessada. Desejo-te um lindo parto!!! Caso queiras trocar umas idéias, estou a disposição. Forte abraço! Aline


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